tapa na cara pálida DO
cretino perambulante QUE
sucateia a imaginação DOS QUE
brincam com o pensamento longe NO
mais alto grau de loucura PARA
acelerar o processo consistente DO
ritmo frenético da mente QUE
procura um vazio qualquer PARA
preencher com os neurônios QUE
brincam nas profundezas amargas DAS
lembranças apáticas esquecidas NO
breu sombrio iluminado PELOS
sonhos saboreados lentamente NA
máxima vontade de ser apenas o mínimo.
domingo, 30 de novembro de 2008
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